Dieta no paciente em uso de anticoagulante oral

Considera-se que o emprego da anticoagulação oral está indicada, preventivamente, nos seguintes casos: imobilidade absoluta no leito por mais de 5 dias; varizes de membros inferiores; lesão na região do quadril e(ou) extremidades inferiores; acidente vascular cerebral; lesão na medula espinhal (trauma na coluna vertebral); obesidade; insuficiência cardíaca congestiva; fibrilação atrial crônica; doença pulmonar crônica; neoplasia malígna; doença renal (síndrome nefrótica); aumento do número de células plaquetárias (trombocitose); história de trombose anteriormente; erisipela; úlcerações na perna.

Dieta. O anticoagulante oral inibe a produção dos fatores vitamina K dependentes (fatores de coagulação II,VI, IX, X e proteína C e S) e tem como produto final a ação anticoagulante. As evidências mostram que quanto maior a ingestão de vitamina K na dieta maior será a dose de anticoagulante (varfarina, femprocumona) oral necessária para atingir RNI (razão normatizada internacionalmente) eficaz. Os alimentos ricos em vitamina K são principalmente as folhas verdes. Por serem alimentos saudáveis, não deve ser eliminados, porém, manter aos proporções utilizadas na semana.